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10 setembro 2014

MST impede o trânsito de veículos em rodovias federais que cortam o RN

Na BR-406, em João Câmara, manifestantes fizeram uma barricada com terra e pneus para obstruir a passagem de veículos (Foto: Joabe Thales/G1) 
(Foto: Joabe Thales/G1)
Em Macaíba, trânsito está parado na Reta Tabajara (Foto: Carlos Júnior/A Voz de Areia Branca )
 (Foto: Carlos Júnior/A Voz de Areia Branca )
Manifestantes do Movimento dos Trabalhadores Sem Terra (MST) bloquearam, na manhã desta quarta-feira (10), trechos em quatro rodovias federais que cortam o Rio Grande do Norte. Segundo a Polícia Rodoviária Federal (PRF), montes de terra, pneus velhos e galhos de árvore estão obstruindo a passagem de veículos nas BRs 226, 304, 406 e em pontos da BR-101 Norte e BR-101 Sul.
Na BR-304, a via foi fechada no Km 182, na entrada da cidade de Santa Maria. Já na BR-406, são dois os pontos bloqueados: um no Km 104, perto da entrada de João Câmara, e outro no Km 163, próximo a entrada da comunidade de Serrinha, no município de Ceará-Mirim.
A Central de Ocorrências da PRF também confirmou bloqueios na chamada Reta Tabajara, em Macaíba, na Grande Natal (entrocamento da BR-304 com a  BR-226, que dá acesso aos municípios da região Seridó), e no Km 24 da BR-304, em Mossoró, na região Oeste do estado.
Também estão interditados trechos na BR-101 Norte, perto de Maxaranguape, e nas comunidades de Estivas e Massaranduba, em Ceará-Mirim. Já na BR-101 Sul, os veículos estão sendo impedidos de passar na entrada de Tibau do Sul.
Ainda de acordo com a PRF, os manifestantes exigem a presença de representantes do Incra. Contudo, ainda não se sabe a pauta de reivindicações. "Os motoristas que puderem evitar estes trechos, é melhor que o façam. Não sabemos quanto tempo as rodovias ficarão obstruídas", alertou o inspetor Everaldo Morais. 
Segundo o Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária no Rio Grande do Norte, apesar de não ter recebido nenhuma pauta do MST, técnicos foram enviados aos locais onde ocorrem os bloqueios para tentar negociar com os manifestantes. 

Fonte:G1/RN

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