| (Foto: Marco Polo) |
'Natal
terá 100% de sua área saneada até o final de 2015'. A promessa é do
prefeito Carlos Eduardo, após assinar, na última sexta-feira (1º), os
contratos que marcam a garantia dos recursos junto ao Governo Federal
para a execução dos serviços. Os contratos, ainda de acordo com o chefe
do Executivo municipal, representam investimentos de R$ 504 milhões nas
áreas de abastecimento de água e tratamento de esgoto na capital
potiguar. A previsão da conclusão dos serviços é de dois anos.
A prefeitura também informou que as obras de implantação do sistema de esgotamento sanitário da zona Norte da cidade e a ampliação do sistema da zona Sul beneficiarão 108.234 famílias. “Com o investimento, será possível executar 817 quilômetros de redes coletoras de esgotos e 108.234 novas ligações de esgotos na cidade”.
Na zona Norte, o prefeito explicou que será implantado o sistema de esgotamento sanitário com investimento de R$ 293,7 milhões. Na região serão construídos 557 quilômetros de rede coletora, 24 estações elevatórias, 8,2 quilômetros de emissários, 18,5 quilômetros de linhas de recalque (tubulação de esgoto), 62.990 ligações domiciliares e Estação de Tratamento de Esgoto (ETE), com capacidade de 1.050 litros por segundo.
A ampliação do sistema de esgotamento sanitário da zona Sul terá um investimento de R$ 210,2 milhões. A obra conta com a construção de 260 quilômetros de rede coletora, 25 estações elevatórias, 18,2 quilômetros de emissários de recalque (tubulação de esgoto), 45.244 ligações domiciliares e ampliação da Estação de Tratamento de Esgotos Jundiaí/Guarapes, para uma capacidade de 1.260 litros por segundo.
Em pronunciamento, Carlos Eduardo lembrou que investimentos com abastecimento de água e tratamento de esgoto não são muito valorizados, vez que não são vistos pela população, mas representam muito para a população, pois “contribuem diretamente para a melhoria da qualidade de vida dos bairros e comunidades que recebem essas obras”. O prefeito destacou que uma obra de saneamento básico é uma questão de saúde pública, já que a “cada R$ 1 investido no tratamento de água e esgoto são economizados R$ 4 na área da saúde pública”.
G1/RN
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