Durante uma inspeção de rotina em um das celas do Presídio de Segurança Máxima em Maceió,
realizada nesta nesta quarta-feira (21), foram encontrados aparelhos
celulares, carregadores, isqueiros, fones de ouvidos, além de duas
garrafas-pet contendo uísque.
Segundo a assessoria de comunicação da Superintendência Geral de Administração Penitenciária (SGAP), havia seis detentos na cela no momento da apreensão. Eles serão conduzidos à Central de Flagrantes, no bairro do Farol, onde vão prestar depoimento à Polícia Civil.
Ainda de acordo com a SGAP, será aberto um procedimento administrativo para investigar como este material foi parar dentro do presídio que, teoricamente, tem a segurança reforçada.
Segundo a assessoria de comunicação da Superintendência Geral de Administração Penitenciária (SGAP), havia seis detentos na cela no momento da apreensão. Eles serão conduzidos à Central de Flagrantes, no bairro do Farol, onde vão prestar depoimento à Polícia Civil.
Ainda de acordo com a SGAP, será aberto um procedimento administrativo para investigar como este material foi parar dentro do presídio que, teoricamente, tem a segurança reforçada.
Para o presidente do Sindicato dos Agentes Penitenciários (Sindapen),
Jarbas Souza, não é surpresa que a situação tenha chegado a esse ponto.
"A unidade está uma desgraça. Tudo destruído, esburacado. A construção
desta unidade foi feita há meses pela empresa Reviver e ela vendeu para o
estado dizendo que era o material usado na obra do prédio é
indestrutível, mas hoje vemos paredes rachadas, algumas delas são feitas
com isopor e vibra de vidro", disse.
Ainda de acordo com ele, além da estrutura deficiente, os agentes
penitenciários não conseguem atender a demanda do serviço é feito
concurso para amenizar a situação. "Agora trabalham funcionários
terceirizados, que nem sabemos quem é. A situação é muito humilhante,
mas o estado provoca isso com o intuito de desmoralizar o modelo estatal
para vender a ideia de cadeia privatizada", ressaltou Souza.
No último fim de semana, dezenas de latas de cerveja foram encontradas
durante revista realizada no presídio Baldomero Cavalcante, no bairro
do Tabuleiro do Martins, na parte alta da capital. A Secretaria de
Estado da Ressocialização e Inclusão Social (Seris) vai abrir uma
sindicância administrativa para apurar a suposta participação de
funcionários do Sistema Prisional no caso.
Fonte:G1/AL

Nenhum comentário:
Postar um comentário